Aqui estão os novos logótipos da nossa fantástica escola! :)
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quinta-feira, 8 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Início do Corel Draw
BOOOOM DIA !
Já não vinhamos aqui ao blog há algum tempo, mas foi só porque tivemos umas semanas complicadas em testes, e quase nem dava tempo para respirarmos quanto mais vir ao blogg... Mas pronto, hoje amos publicar aqui mais uma coisita que fizesmos na aula :) A tua amiga Beatriz hoje faltou mas estou cá eu, para te dar trabalhos que tu gostas tanto!!
Já não vinhamos aqui ao blog há algum tempo, mas foi só porque tivemos umas semanas complicadas em testes, e quase nem dava tempo para respirarmos quanto mais vir ao blogg... Mas pronto, hoje amos publicar aqui mais uma coisita que fizesmos na aula :) A tua amiga Beatriz hoje faltou mas estou cá eu, para te dar trabalhos que tu gostas tanto!!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Hoje começamos a trabalhar com um novo programa, o Photoshop. Começamos primeiro por ver os trabalhos que foram realizados no ano passado e em anos anteriores. Havia trabalhos muitos bons! Agora depois de termos visto os trabalhos, ficamos com algum receio, porque, nós não sabemos trabalhar minimamente com o Photoshop. Mas esperamos aprender muita coisa nas aulas para podermos fazer também bons trabalhos!
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Imagens do tipo bitmap e imagens do tipo vetorial
Enquanto em uma imagem bitmap temos uma matriz de cores de pixels que define a imagem, na imagem vetorial temos pontos com posicionamento livre, que ligados por linhas formam o desenho.

Características dos formatos dos ficheiros do tipo bitmap:
BMP ou BitMap: O clássico bitmap da Microsoft, conhecido de todos os antigos usuários de PCs e dos novos usuários que tenham experimentado o MS Paint. Este formato de imagem suporta indexação ou TrueColor, mas não é compactado. Este formato não suporta canal alfa, nem transparência.
O formato GIF (Graphics Interchange Format) é um tipo de arquivo para imagens que trabalha com uma variedade de 256 cores e foi criado pela empresa CompuServe, em 1987. Isso faz com que o GIF não seja recomendável para figuras que precisam de aproximação da realidade, a não ser que a imagem em questão seja em preto e branco (escala de cinza). Devido a essa característica, o uso do formato GIF é feito para ícones ou imagens que não precisam de muitas cores (ilustrações, por exemplo).
Apesar deste formato parecer limitado devido ao número baixo de cores com que trabalha, o GIF é muito utilizado por alguns recursos que oferece. Um deles é a capacidade de utilizar fundo transparente. Com isso, é possível, por exemplo, que um site publique uma imagem em GIF e esta terá como fundo a cor da página. Além disso, o GIF permite que uma seqüência de imagens sejam salvas em um único arquivo, onde cada imagem surge no lugar da anterior após um tempo pré-determinado. Isso dá a sensação de animação, como mostra a imagem abaixo.
O GIF utiliza um formato de compressão que não altera a qualidade da imagem a cada salvamento, como ocorre com o JPEG. Considerando esta forma de compressão juntamente com a capacidade de trabalhar apenas com 256 cores, o GIF consegue criar imagens com tamanho bastante reduzido. Isso foi essencial para o início da internet, onde a velocidade era bem mais baixa que a dos modems de 56 K.
Imagem no formato GIF
JPG ou JPEG ou Joint Photographic Experts Group é um tipo de arquivo para armazenamento de imagens que pode trabalhar com esquema de cores em 24 bits. Isso significa que este formato aceita 16,8 milhões de cores. O JPEG é um dos formatos de imagens mais populares e isso se deve à capacidade de formar imagens fiéis à original. Além disso, os arquivos em JPEG costumam não serem grandes. O JPEG utiliza um algoritmo de compactação que se baseia na capacidade do olho humano. No entanto, mesmo sabendo-se que arquivos em JPEG podem trabalhar com até 16,8 milhões de cores, o olho humano não é capaz de enxergar todas elas de uma vez. Assim, é possível tirar uma série de informações que representam cores em imagens e manter apenas aquelas visíveis ao olho humano. Em outras palavras, o formato JPEG "tira" da imagem aquilo que os humanos não conseguem ver. Esse processo é conhecido como compressão. Isso faz com que imagens bastante realistas sejam criadas, ao mesmo tempo em que esses arquivos não ficam pesados.
Algo interessante no JPEG, é que os arquivos podem ter diferentes níveis de compressão. Quanto mais existir compressão, ou seja, retirada de informação, menor será o tamanho do arquivo, porém pior será sua qualidade. Assim, se você for disponibilizar imagens na internet, é interessante mantê-lo em um tamanho pequeno. No entanto, se a imagem for utilizada em um documento, muitas vezes é melhor . O JPG também não suporta transparência nem canal alfa.
Imagem no formato jpg
PDF ou Portable Document Format: Um formato abrangente e também largamente suportado que pode representar quase tudo o que é representável em outros formatos, por isso é um boa escolha no momento de enviar imagens para gráficas. O risco de usar o PDF como formato intermediário é devido à inexistência dos filtros previstos no formato SVG, como o de desfocagem e da grande variação de estágio de maturidade das aplicações que geram e lêem PDF, podendo levar a um resultado final diferente do esperado.
PNG ou Portable Network Graphics: No passado eram necessários formatos com um grande poder de compactação, mesmo que isso signifique uma qualidade inferior, para que a imagem chegasse ao visitante em tempo útil, hoje precisamos de belas representações artísticas no layout de sites para termos, no mínimo, o respeito do visitante. Este formato livre foi criado com a intenção de substituir o formato GIF, que era patenteado. Este formato suporta um grande número de informações, como canal alfa, correção de gama, verificação de integridade, suporte a imagens com paleta de cores ou truecolor, por fim, comprime com nível regulável e sem perdas. Pela qualidade e pela necessidade de formatos livres para o desenvolvimento da internet este formato é recomendado pela W3C.
TIFF ou Tagged Image File Format: Um formato popular, bastante usado por artistas para guardar imagens sem perda ou para enviar trabalhos bitmap para impressão. Suporta canal alfa e tipos distintos de compactação. Também é possível usar nenhuma compactação e este é, aparentemente, o uso mais comum.
Características dos formatos dos ficheiros do tipo vetorial:
PS (PostScript)
CDR (CorelDraw)
Achamos este vídeo interessante pois vemos a cidade de Nova York a ser invadida por personagens de video-jogos que a vão pixelando.
Enquanto em uma imagem bitmap temos uma matriz de cores de pixels que define a imagem, na imagem vetorial temos pontos com posicionamento livre, que ligados por linhas formam o desenho.
Características dos formatos dos ficheiros do tipo bitmap:
BMP ou BitMap: O clássico bitmap da Microsoft, conhecido de todos os antigos usuários de PCs e dos novos usuários que tenham experimentado o MS Paint. Este formato de imagem suporta indexação ou TrueColor, mas não é compactado. Este formato não suporta canal alfa, nem transparência.
O formato GIF (Graphics Interchange Format) é um tipo de arquivo para imagens que trabalha com uma variedade de 256 cores e foi criado pela empresa CompuServe, em 1987. Isso faz com que o GIF não seja recomendável para figuras que precisam de aproximação da realidade, a não ser que a imagem em questão seja em preto e branco (escala de cinza). Devido a essa característica, o uso do formato GIF é feito para ícones ou imagens que não precisam de muitas cores (ilustrações, por exemplo).
Apesar deste formato parecer limitado devido ao número baixo de cores com que trabalha, o GIF é muito utilizado por alguns recursos que oferece. Um deles é a capacidade de utilizar fundo transparente. Com isso, é possível, por exemplo, que um site publique uma imagem em GIF e esta terá como fundo a cor da página. Além disso, o GIF permite que uma seqüência de imagens sejam salvas em um único arquivo, onde cada imagem surge no lugar da anterior após um tempo pré-determinado. Isso dá a sensação de animação, como mostra a imagem abaixo.
O GIF utiliza um formato de compressão que não altera a qualidade da imagem a cada salvamento, como ocorre com o JPEG. Considerando esta forma de compressão juntamente com a capacidade de trabalhar apenas com 256 cores, o GIF consegue criar imagens com tamanho bastante reduzido. Isso foi essencial para o início da internet, onde a velocidade era bem mais baixa que a dos modems de 56 K.
Imagem no formato GIF
JPG ou JPEG ou Joint Photographic Experts Group é um tipo de arquivo para armazenamento de imagens que pode trabalhar com esquema de cores em 24 bits. Isso significa que este formato aceita 16,8 milhões de cores. O JPEG é um dos formatos de imagens mais populares e isso se deve à capacidade de formar imagens fiéis à original. Além disso, os arquivos em JPEG costumam não serem grandes. O JPEG utiliza um algoritmo de compactação que se baseia na capacidade do olho humano. No entanto, mesmo sabendo-se que arquivos em JPEG podem trabalhar com até 16,8 milhões de cores, o olho humano não é capaz de enxergar todas elas de uma vez. Assim, é possível tirar uma série de informações que representam cores em imagens e manter apenas aquelas visíveis ao olho humano. Em outras palavras, o formato JPEG "tira" da imagem aquilo que os humanos não conseguem ver. Esse processo é conhecido como compressão. Isso faz com que imagens bastante realistas sejam criadas, ao mesmo tempo em que esses arquivos não ficam pesados.
Algo interessante no JPEG, é que os arquivos podem ter diferentes níveis de compressão. Quanto mais existir compressão, ou seja, retirada de informação, menor será o tamanho do arquivo, porém pior será sua qualidade. Assim, se você for disponibilizar imagens na internet, é interessante mantê-lo em um tamanho pequeno. No entanto, se a imagem for utilizada em um documento, muitas vezes é melhor . O JPG também não suporta transparência nem canal alfa.
Imagem no formato jpg
PDF ou Portable Document Format: Um formato abrangente e também largamente suportado que pode representar quase tudo o que é representável em outros formatos, por isso é um boa escolha no momento de enviar imagens para gráficas. O risco de usar o PDF como formato intermediário é devido à inexistência dos filtros previstos no formato SVG, como o de desfocagem e da grande variação de estágio de maturidade das aplicações que geram e lêem PDF, podendo levar a um resultado final diferente do esperado.
PNG ou Portable Network Graphics: No passado eram necessários formatos com um grande poder de compactação, mesmo que isso signifique uma qualidade inferior, para que a imagem chegasse ao visitante em tempo útil, hoje precisamos de belas representações artísticas no layout de sites para termos, no mínimo, o respeito do visitante. Este formato livre foi criado com a intenção de substituir o formato GIF, que era patenteado. Este formato suporta um grande número de informações, como canal alfa, correção de gama, verificação de integridade, suporte a imagens com paleta de cores ou truecolor, por fim, comprime com nível regulável e sem perdas. Pela qualidade e pela necessidade de formatos livres para o desenvolvimento da internet este formato é recomendado pela W3C.
TIFF ou Tagged Image File Format: Um formato popular, bastante usado por artistas para guardar imagens sem perda ou para enviar trabalhos bitmap para impressão. Suporta canal alfa e tipos distintos de compactação. Também é possível usar nenhuma compactação e este é, aparentemente, o uso mais comum.
Características dos formatos dos ficheiros do tipo vetorial:
Trata-se de uma linguagem XML para descrever de forma vetorial desenhos e gráficos bidimensionais, quer de forma estática, quer dinâmica ou animada. Umas das principais características dos gráficos vetoriais, é que não perdem qualidade ao serem ampliados.
WMF (Windows Meta File)
É um formato de arquivo gráfico do Sistema Microsoft Windows. Estes arquivos são portáveis entre as aplicações e possuem no seu conteúdo a característica gráfica vetorial, que ao ser visualizado mantém as características originais de imagem mesmo quando de sua ampliação
SXD (OpenOffice.org DRAW)
Possui uma ferramenta para criar e editar desenhos, fluxogramas, cartazes, logótipos e tudo mais, seguindo o mesmo conceito do CorelDraw, só que gratuito e também com grande qualidade, suportando a inclusão de imagens, gráficos, desenho de vetores e formas geométricas, textos, filmes, sons.
PS (PostScript)
PostScript é uma linguagem de programação especializada para visualização de informações, ou uma linguagem de descrição de páginas, originalmente criada para impressão e posteriormente modificada para o uso com monitores. A linguagem fornece uma máquina de pilha e comandos específicos para o desenho de letras e figuras, incluindo comandos de traçado e formas de representação de imagens.
CDR (CorelDraw)
É um programa de desenho vetorial bidimensional para design gráfico. É um aplicativo de ilustração vetorial e layout de página que possibilita a criação e a manipulação de vários produtos: desenhos artísticos, publicitários, logótipos, capas de revistas, livros, CDs, imagens de objetos para aplicação nas páginas de Internet (botões, ícones, animações gráficas) confecção de cartazes.
Achamos este vídeo interessante pois vemos a cidade de Nova York a ser invadida por personagens de video-jogos que a vão pixelando.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Algo que ninguém queria!
HEEEEEEY :D
Depois de duas semanas fantásticas, sem aulas e podendo ficar a dormir sem ter que acordar para vir á escola, confessamos que já nos estávamos a habituar a esta boa vida! Mas pronto, acabou... E agora entramos neste segundo período com uma vontade enorme de trabalhar e de aprender coisas novas! E sim, estamos mesmo anciosas por aprender a trabalhar com o programa photoshop. Esperamos subir de nota este periodo e assim alcançarmos os nossos objectivos!
HEEEEEEY :D
Depois de duas semanas fantásticas, sem aulas e podendo ficar a dormir sem ter que acordar para vir á escola, confessamos que já nos estávamos a habituar a esta boa vida! Mas pronto, acabou... E agora entramos neste segundo período com uma vontade enorme de trabalhar e de aprender coisas novas! E sim, estamos mesmo anciosas por aprender a trabalhar com o programa photoshop. Esperamos subir de nota este periodo e assim alcançarmos os nossos objectivos!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Fim do periodo
Fériaaaas! Já precisavamos depois de um longo período de trabalho e empenho. Este ano foi a primeira vez que tivemos Aplicações Informáticas, no início confessamos que não estavamos muito entusiasmadas nem interessadas, mas depois ao longo do periodo começamos a perceber que iamos aprender a fazer novas coisas, como por exemplo o blogue e o power point sobre a cor. Nunca tinhamos feito um power point, em que a passagem de diapositivos fosse por hiperligações, o que foi uma experiência nova que nos pode ajudar no futuro. Este 1º periodo correu bem, vamos tirar boas notas, mas ainda esperamos que o 2º periodo seja ainda melhor!
Fériaaaas! Já precisavamos depois de um longo período de trabalho e empenho. Este ano foi a primeira vez que tivemos Aplicações Informáticas, no início confessamos que não estavamos muito entusiasmadas nem interessadas, mas depois ao longo do periodo começamos a perceber que iamos aprender a fazer novas coisas, como por exemplo o blogue e o power point sobre a cor. Nunca tinhamos feito um power point, em que a passagem de diapositivos fosse por hiperligações, o que foi uma experiência nova que nos pode ajudar no futuro. Este 1º periodo correu bem, vamos tirar boas notas, mas ainda esperamos que o 2º periodo seja ainda melhor!
Um alimento faz a diferença..
A Escola Secundária de São Pedro organizou uma recolha de alimentos para as famílias mais carenciadas da região. Da parte da manhã um dos turnos foi aos supermercados e hipermercados (Continente, Pingo Doce, Intermaché e Minipreço) para recolher os alimentos. Da parte da tarde, no qual participamos, o outro turno fez a separação dos alimentos. Foi uma experiência nova em que gostamos de participar. Não tinhamos a ideia de que conseguiriamos recolher tantos alimentos, embora tenham sido poucos para tantas famílias e para tantas instituições.. Se cada pessoa contribuir, torna-se tudo muito mais fácil!
A Escola Secundária de São Pedro organizou uma recolha de alimentos para as famílias mais carenciadas da região. Da parte da manhã um dos turnos foi aos supermercados e hipermercados (Continente, Pingo Doce, Intermaché e Minipreço) para recolher os alimentos. Da parte da tarde, no qual participamos, o outro turno fez a separação dos alimentos. Foi uma experiência nova em que gostamos de participar. Não tinhamos a ideia de que conseguiriamos recolher tantos alimentos, embora tenham sido poucos para tantas famílias e para tantas instituições.. Se cada pessoa contribuir, torna-se tudo muito mais fácil!
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Tipos de letra

A Times New Roman é uma família tipográfica serifada criada em 1931 para uso do jornal inglês The Times of London. Hoje é considerada um dos tipos mais conhecidos e utilizados ao redor do mundo (em parte por ser a fonte padrão em diversos processadores de texto). Seu nome faz referência ao jornal (Times) e também a uma releitura das antigas tipografias clássicas (new roman).Times New Roman é uma fonte que foi adaptada de tal forma que possui excelente legibilidade, misturando curvas clássicas e serifas, o que permite que seja usada tanto em livros e revistas quanto em textos publicitários e até relatórios de empresas.
As letras de Claude Garamond estão entre os caracteres mais usados no mundo ocidental. Muitos peritos posicionam as suas romanas entre os mais belos tipos metálicos jamais concebidos, pois estes mostram um soberbo equilíbrio entre elegância e funcionalidade.
Contudo, apesar do seu significado histórico e contemporâneo, as letras genuínas de Claude Garamond só foram identificadas correctamente há cerca de 60 anos.
Arial é uma Família tipográfica sem-serifa, ou seja, um conjunto de fontes (como Arial Bold, Arial Italic, Arial Bold Italic) derivadas da fonte "padrão" Arial (ou Arial Regular). Também pode designar uma fonte específica, a Arial Regular (normalmente não se utiliza o termo "regular" para uma fonte sem negrito, itálico, condensada ou expandida).
A Arial é conhecida entre os designers gráficos pela sua semelhança com um tipo bastante famoso na história do design moderno, a Helvetica da Linotype. No entanto, são comuns as críticas à Arial que atribuem-lhe um papel de "cópia inferior da Helvetica".
A Times New Roman é uma família tipográfica serifada criada em 1931 para uso do jornal inglês The Times of London. Hoje é considerada um dos tipos mais conhecidos e utilizados ao redor do mundo (em parte por ser a fonte padrão em diversos processadores de texto). Seu nome faz referência ao jornal (Times) e também a uma releitura das antigas tipografias clássicas (new roman).Times New Roman é uma fonte que foi adaptada de tal forma que possui excelente legibilidade, misturando curvas clássicas e serifas, o que permite que seja usada tanto em livros e revistas quanto em textos publicitários e até relatórios de empresas.
As letras de Claude Garamond estão entre os caracteres mais usados no mundo ocidental. Muitos peritos posicionam as suas romanas entre os mais belos tipos metálicos jamais concebidos, pois estes mostram um soberbo equilíbrio entre elegância e funcionalidade.
Contudo, apesar do seu significado histórico e contemporâneo, as letras genuínas de Claude Garamond só foram identificadas correctamente há cerca de 60 anos.
Arial é uma Família tipográfica sem-serifa, ou seja, um conjunto de fontes (como Arial Bold, Arial Italic, Arial Bold Italic) derivadas da fonte "padrão" Arial (ou Arial Regular). Também pode designar uma fonte específica, a Arial Regular (normalmente não se utiliza o termo "regular" para uma fonte sem negrito, itálico, condensada ou expandida).A Arial é conhecida entre os designers gráficos pela sua semelhança com um tipo bastante famoso na história do design moderno, a Helvetica da Linotype. No entanto, são comuns as críticas à Arial que atribuem-lhe um papel de "cópia inferior da Helvetica".
A expressão fonte tipográfica é eventualmente usada como um sinónimo de família tipográfica, mas isso é um engano: a família tipográfica é o conjunto de variações de determinada fonte (itálico, versalete, etc.).Dentro das fontes tipográficas existem varias familias tipográficas com as mesmas características estilísticas fundamentais, porém apresentadas com variações de espessura, largura, altura etc. Algumas destas variações são mais frequentes nas famílias tipográficas e recebem nomes que se tornaram conhecidos pelo público em geral, tais como bold (negrito), light (claro), regular, itálico, versalete, entre outros.
Os textos com serifas são usados, normalmente, em romances pois as serifas tendem a guiar o olhar através do texto. As letras com serifas parecem juntar-se devido aos seus prolongamentos,
unindo as palavras.
Os tipos de fonte são utilizadas para reproduzir texto no ecrã e na impressão.
O tamanho de uma fonte utiliza como unidade de medida o ponto.
Existem dois tipos de fontes: bitmapped e escaladas.
As fontes bitmapped são guardadas como uma matriz de pixeís e, por conseguinte, ao serem ampliadas, perdem a qualidade. São concebidas com uma resolução e um tamanho especificos para uma impressora especifica, não podendo ser escaladas. As cinco fontes bitmapped são: courier, MS Sans Serif, MS Serif, Small e Symbol.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Tabela de código ASCII
A Tabela ASCII (American Standard Code for Information Interchange) é usada pela maior parte da industria de computadores para a troca de informações. Cada caracter é representado por um código de 8 bits (um byte). Existe uma tabela extendida para 8 bits que inclue os caracteres acentuados.Estes dispositivos só percebem números, sendo um código ASCII é representação numérica de um caracter, tal como um "a" ou um "b".
A tabela de ASCII utiliza um conjunto de 7 bits para representar 128 caracteres.
Fig 1 - imagem real
A Tabela ASCII (American Standard Code for Information Interchange) é usada pela maior parte da industria de computadores para a troca de informações. Cada caracter é representado por um código de 8 bits (um byte). Existe uma tabela extendida para 8 bits que inclue os caracteres acentuados.Estes dispositivos só percebem números, sendo um código ASCII é representação numérica de um caracter, tal como um "a" ou um "b".
A tabela de ASCII utiliza um conjunto de 7 bits para representar 128 caracteres.
Tarefas:
1.
Através do sítio, http://www.supertrafego.com/ms_codigo_ascii.asp utilizamos uma ferramenta que informa o código ASCII de um caracter digitado, ou de uma sequência de até 50 caracteres.
2.
Acedendo ao sítio http://www.network-science.de/ascii/ representamos o nosso nome.
3.
Convertemos 3 imagens em ASCII com http://www.glasgiant.com/ascii/
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domingo, 13 de novembro de 2011
Padrões de codificação de caracteres
Em computadores e telecomunicações os símbolos necessários para o processamento de texto são representados por caracteres que normalmente se manifestam de forma codificada. Existem vários padrões de codificação para diferentes caracteres e tecnologias.
Uma codificação de caracteres é um padrão de relacionamento entre um conjunto de caracteres (representações de grafemas ou unidades similares a grafemas como as que compõem um alfabeto utilizados na comunicação através de uma linguagem natural) com um conjunto de outra coisa, como por exemplo números ou pulsos elétricos com o objetivo de facilitar o armazenamento de texto em computadores e sua transmissão através de redes de telecomunicação. Exemplos comuns são o código morse que codifica as letras do alfabeto latino e os numerais como sequências de pulsos elétricos de longa e curta duração.
Em computadores e telecomunicações os símbolos necessários para o processamento de texto são representados por caracteres que normalmente se manifestam de forma codificada. Existem vários padrões de codificação para diferentes caracteres e tecnologias.
Uma codificação de caracteres é um padrão de relacionamento entre um conjunto de caracteres (representações de grafemas ou unidades similares a grafemas como as que compõem um alfabeto utilizados na comunicação através de uma linguagem natural) com um conjunto de outra coisa, como por exemplo números ou pulsos elétricos com o objetivo de facilitar o armazenamento de texto em computadores e sua transmissão através de redes de telecomunicação. Exemplos comuns são o código morse que codifica as letras do alfabeto latino e os numerais como sequências de pulsos elétricos de longa e curta duração.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Periféricos utilizados nos sistemas multimédia
Os periféricos são aparelhos ou placas que permitem enviar/receber informação do computador /utilizador.
Entrada:
Dispositivos cuja a informção é a transformação dos codigos normalmente empregues pelo computador em códigos que o operador possa entender. Ex: monitor, impressora e caixa de som .
Periféricos mistos (Entrada e Saída):
São perifericos, de saida e entrada de informação do CPU.


Perfiféricos de armazenamento de dados
Estes periféricos são, simultaneamente, de input e de output, ou seja, são usados para ir buscar ou para guardar informação (Armazenar dados). Ex: banda magnética, disquetes, pen drive, disco rígido, CD Rom.

Os periféricos são aparelhos ou placas que permitem enviar/receber informação do computador /utilizador.
A unidade central do computador (microprocessador, memória central) necessita de comunicar com o mundo exterior para receber e enviar informação, e neste ponto são necessários os PERIFÉRICOS.
Como periféricos entende-se os dispositivos electrónicos que se ligam ao computador (CPU), que permitem a introdução de dados e informação, e que permitem ao utilizador receber informação.
Os periféricos dividem-se em quatro tipos, conforme as funções que desempenham:
Entrada:
Dispositivos cuja função é a transformação dos códigos normalmente empregues pelas entidades que rodeiam o computador em códigos que este possa entender. Ex: teclado, rato, scanner, joystick, webcam.
Dispositivos cuja a informção é a transformação dos codigos normalmente empregues pelo computador em códigos que o operador possa entender. Ex: monitor, impressora e caixa de som .
Periféricos mistos (Entrada e Saída):
São perifericos, de saida e entrada de informação do CPU.

Estes periféricos são, simultaneamente, de input e de output, ou seja, são usados para ir buscar ou para guardar informação (Armazenar dados). Ex: banda magnética, disquetes, pen drive, disco rígido, CD Rom.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Representação digital da informação
A representação digital, ou binária, da informação é o aspecto que permite utilizar o computador como um processador simbólico. Um dos aspectos essenciais para compreender o funcionamento de um sistema ou aplicação multimédia é, pois, perceber como é representada a informação
No sistema numérico binário é utilizado apenas os dígitos 0 e 1, deste modo, toda a informação armazenada nos sistemas informáticos é codificada através de diferentes combinações entre os dígitos binários. Estas combinações podem ser representadas por bits, que são a menor unidade de informação que pode ser armazenada ou transmitida e que podem assumir o valor 0 ou 1. Deste modo, os bits são agrupados em 1, 2, 4, 8, 16 bits, e assim sucessivamente, tornando possível a representação de letras, imagens, sons, valores numéricos decimais, ou outros tipos de dados no sistema informático. Exemplo: 10010001 é um agrupamento de 8 bits, ou simplesmente byte.
Para expressar decimalmente um número binário é necessário escrever, por ordem, cada bit que o compõe e multiplicá-lo pela base do sistema, que é sempre 2, e elevar essa base á posição que ocupa, ou seja, a base do primeiro bit que aparece á direita é elevado a 0 (zero), a base do bit que aparece mediatamente á esquerda é elevada a 1 (um) e assim sucessivamente, até ao último bit do número binário. Para se obter o número decimal final, ou seja, o número real, soma-se os resultados de cada multiplicação.
Exemplo: Converter 100011 (em forma binário) para número decimal.
Depois de realizar cada multiplicação, soma-se cada um dos valores obtidos:
Sendo assim, 100011 convertido para decimal representa o número 35.
Conversão do sistema decimal para binário
Para converter um número decimal para binário é necessário dividir o número por 2 até a divisor ser a unidade. Após feitas as sucessivas divisões, para chegar ao número real na forma binária, coloca-se os bits (que corresponde aos restos de cada divisão) pela ordem inversa da divisão, ou seja, da direita para a esquerda e de cima para baixo.
Exemplo: Converter o número 25 (na forma decimal) para forma binária.
Após feita a divisão, coloca-se os restos pela ordem inversa: O que resulta a conversão do numero 25 para forma binária, que é 111001.
A representação digital, ou binária, da informação é o aspecto que permite utilizar o computador como um processador simbólico. Um dos aspectos essenciais para compreender o funcionamento de um sistema ou aplicação multimédia é, pois, perceber como é representada a informação
No sistema numérico binário é utilizado apenas os dígitos 0 e 1, deste modo, toda a informação armazenada nos sistemas informáticos é codificada através de diferentes combinações entre os dígitos binários. Estas combinações podem ser representadas por bits, que são a menor unidade de informação que pode ser armazenada ou transmitida e que podem assumir o valor 0 ou 1. Deste modo, os bits são agrupados em 1, 2, 4, 8, 16 bits, e assim sucessivamente, tornando possível a representação de letras, imagens, sons, valores numéricos decimais, ou outros tipos de dados no sistema informático. Exemplo: 10010001 é um agrupamento de 8 bits, ou simplesmente byte.
Conversão do sistema binário para decimal
Exemplo: Converter 100011 (em forma binário) para número decimal.
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| Fig.2 Multiplicação de cada bit que compõe o número real pela base elevada á posição que ocupa. |
Depois de realizar cada multiplicação, soma-se cada um dos valores obtidos:
Sendo assim, 100011 convertido para decimal representa o número 35.
Conversão do sistema decimal para binário
Para converter um número decimal para binário é necessário dividir o número por 2 até a divisor ser a unidade. Após feitas as sucessivas divisões, para chegar ao número real na forma binária, coloca-se os bits (que corresponde aos restos de cada divisão) pela ordem inversa da divisão, ou seja, da direita para a esquerda e de cima para baixo.
Exemplo: Converter o número 25 (na forma decimal) para forma binária.
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| Fig.3 Divisão sucessiva do número decimal por 2 até o divisor ser a unidade. |
Após feita a divisão, coloca-se os restos pela ordem inversa:
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